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Quebrando um software monolito: Microsserviços vs. Sistemas Autocontidos

Texto de Olga Annenko, disponível em: http://www.elastic.io/breaking-down-monolith-microservices-and-self-contained-systems/

As publicações e discussões recentes de TI estão cheias de termos como “transformação digital”, “TI bimodal”, “desenvolvimento contínuo” e “agilidade”. Não há necessidade de discutir que arquiteturas monolíticas e aplicações monolíticas devem se tornar coisas do passado, cedo ou tarde – de preferência, cedo, é claro. E de fato os departamentos de TI são encorajadas a se afastar dos monolitos por causa de inúmeras razões perceptíveis e compreensíveis: manutenção complicada, muitas dependências, dificuldades de teste e implantação (o monolito só pode ser implantado como um todo.) Os monolitos são como o Triângulo das Bermudas para qualquer iniciativa ágil de TI.

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Esculpindo o monolito JavaEE em microsserviços: prefira verticais, não camadas

O texto original é de Christian Posta, e está disponível em: http://blog.christianposta.com/microservices/carving-the-java-ee-monolith-into-microservices-perfer-verticals-not-layers/

O monolito que explorarei nesses artigos será do tutorial Ticket Monster, que tem sido um exemplo canônico há muito tempo sobre como construir uma aplicação impressionante com JavaEE e as tecnologias RedHat. Usaremos o Ticket Monster porque é uma aplicação bem escrita situada entre o “não-trivial” e o “complexo demais para um exemplo”. É perfeito para propósitos ilustrativos e podemos apontar algumas coisas dele concretamente e discutir prós e contras de algumas abordagens com código de verdade.

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Arquitetura de Microsserviços e Tecnologia de Contêiner Explicadas

Para lutar por espaço no mundo dos serviços e aplicações baseados na web, é necessário ter um olho rápido e um braço forte de desenvolvimento de software, e as empresas em todo lugar buscam novas formas de aumentar a agilidade e encurtar o time-to-market.

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Não comece com um monolito

…quando o seu objetivo é uma arquitetura de microsserviços.

Nos últimos meses, ouvi repetidamente que a única forma de ter uma arquitetura bem sucedida de microsserviços é começando primeiro com um monolito. Como lembra Simon Brown: se você não consegue construir um monolito bem estruturado, o que o faz acreditar que será capaz de construir um conjunto bem estruturado de microsserviços? A mais recente, e como sempre convincente, interpretação desse argumento vem de Martin Fowler. Tomei algum tempo para pensar sobre isso. E fiz isso especialmente porque normalmente concordo com ele, e outras pessoas cujas visões eu compartilho também parecem concordar com ele.

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Uma Cartilha Rápida sobre Microsserviços

Microsserviços são um tipo de arquitetura de software onde grandes aplicações são feitas de unidades pequenas trabalhando juntos por meio de APIs que não são dependentes em uma linguagem específica. Cada serviço tem um escopo limitado, se concentra em uma tarefa específica e é altamente independente. Esse arranjo permite que os gerentes de TI e desenvolvedores construam sistemas de forma modular. No seu livro “Construindo Microsserviços”, Sam Newman disse que microsserviços são componentes pequenos e focados, construídos para fazer uma coisa muito bem.

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Microsserviços – Parte VI

Desenhe para falhar

Uma consequência de usar serviços como componentes é que as aplicações devem ser desenhadas para tolerar falhas nos serviços. Qualquer chamada de serviço pode falhar devido a indisponibilidade do fornecedor, o cliente tem que lidar com isso o mais graciosamente possível. É uma desvantagem comparado com o desenho monolítico porque introduz uma complexidade adicional. A consequência é que os times de microsserviços constantemente refletem sobre como as falhas dos serviços afetam a experiência do usuário. O Exército Símio do Netflix induz falhas de serviços e até de datacenters durante o expediente para testar a resiliência e o monitoramento das aplicações.

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Microsserviços – Parte V

Gerenciamento de Dados Descentralizado

Decentralização do gerenciamento de dados se apresenta de inúmeras formas diferentes. No nível mais abstrato, significa que um modelo conceitual do mundo será diferente entre sistemas. Isso é um problema comum ao integrar uma grande empresa, a visão de vendas de um cliente será diferente da visão de suporte. Algumas coisas chamadas de “clientes” na visão de vendas podem nem aparecer na visão de suporte. As coisas que existem em comum podem ter atributos diferentes, ou pior, atributos em comum mas com semânticas diferentes.

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