Arquivo mensal: abril 2016

Microsserviços – Parte IV

Endpoints Inteligentes e Vias Ignorantes

Ao construir estruturas de comunicação entre os processos, vimos vários produtos e abordagens que enfatizam colocar uma quantidade significativa de inteligência no próprio mecanismo de comunicação. Um bom exemplo disso é o Barramento de Serviço Corporativo (Enterprise Service Bus – ESB), onde os ESBs incluem facilidades sofisticadas para roteamento de mensagem, coreografia, transformação e aplicação de regras de negócio.

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Microsserviços – Parte III

Organizado em Torno de Capacidades de Negócio

Ao buscar a divisão de uma grande aplicação em partes, o gerenciamento se foca na camada de tecnologia, dividindo em equipes de interface com o usuário, equipes de lógica de negócio, e equipes de bancos de dados. Quando os times são separados seguindo essa linha, mesmo as mudanças mais simples podem se transformar em um projeto envolvendo vários equipes, que tomará tempo e que precisará de aprovação de orçamento. Um time esperto vai tentar otimizar e dar a volta, escolhendo a escolha menos pior – forçar a lógica na aplicação a que tiver acesso. Em outras palavras, a lógica se espalha por todo lugar. É um exemplo da Lei de Conway [5] em ação.

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Microsserviços – Parte II

Características de um Microsserviço

Não podemos dizer que há uma definição formal do estilo de arquitetura de microsserviços, mas podemos tentar descrever as características comuns em arquiteturas que se encaixam nesse rótulo. Como muitas definições que delineiam as características comuns, nem todas as arquiteturas de microsserviços possuem todas as características, mas esperamos que a maioria das arquiteturas de microsserviços apresentem a maioria delas. Mesmo que nós autores tenhamos sido membros dessa vaga comunidade, nossa intenção é tentar descrever o que vemos em nosso próprio trabalho e em esforços similares por times que conhecemos. Particularmente, não estamos formulando uma definição a ser obedecida.

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Microsserviços – Parte I

Este texto é de James Lewis e Martin Fowler, disponível em: http://martinfowler.com/articles/microservices.html

O termo “Arquitetura de Microsserviço” surgiu no últimos anos para descrever uma forma particular de desenhar aplicações de software como conjuntos de serviços implantados independentemente. Não há uma definição precisa desse estilo de arquitetura, mas há características comuns na organização de capacidades de negócio, implantação automatizada, inteligência nos endpoints, e controle descentralizado de linguagens e dados.

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SpaceX e o pouso no mar

SpaceX

Nessa sexta-feira, dia 8 de abril, a SpaceX realizou mais um lançamento no Cabo Canaveral, na Flórida. O objetivo principal era levar para a Estação Espacial Internacional suprimentos e outras coisas legais, entre elas um módulo inflável.

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JavaEE, Microservices, Docker, Amazon

Quase sempre trabalhei com JavaEE e Amazon, e há pouco tempo estou mexendo com microsserviços (microservices) e Docker. A maioria dos textos que estudei foi em inglês, então vou aproveitar as próximas semanas para traduzir alguns e deixar aqui no blog. Quais as fontes

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