Um Modelo Bem Sucedido para Ramificações no Git

Git Model

O texto original em inglês[1], de Vincent Driessen, pode ser encontrado no endereço: http://nvie.com/posts/a-successful-git-branching-model/ Neste post, eu apresento o modelo de desenvolvimento que introduzi em alguns projetos (no trabalho e privados) há cerca de um ano, e que acabou se mostrando

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Infraestrutura na Nuvem – não dê nome aos bois

Era uma vez um programador de DAOs. Dionatan tinha conseguido essa honrada posição no Projeto Quéops depois de um ano como “programador júnior”, cuja principal atividade era programar “getters, setters e toStrings”. O antigo programador de DAOs saiu da empresa e, amigo de Dionatan, recomendou-o por ser confiável o suficiente para mexer com os acessos ao banco. Dionatan recebia uma “Java Interface”, provavelmente do cara do cubículo ao lado, que também fez o DAO Factory (e inúmeras outras “factories”) seguindo as recomendações do Todo-Poderoso arquiteto. Dionatan não sabia o nome do homem-factory e do Todo-Poderoso, porque trocavam as pessoas com frequência. Com a “Java Interface”, bastava criar uma implementação e preencher os métodos. Várias vezes, era só copiar boa parte do que o amigo já tinha deixado pronto e mudar alguns nomes.

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Cuidados com JWT

Pequenos cuidados com o JWT relacionados a: sobrecarregar os claims, informações confidenciais, cookies e local storage, expiração, segurança, e sessão do usuário.

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JWT e microsserviços

O JWT (JSON Web Token) é um padrão aberto para troca de informações de forma segura e compacta. As informações de um JWT são confiáveis porque a mensagem é assinada digitalmente (HMAC ou RSA key/pairs). A mensagem é compacta, no formato JSON, …

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Quebrando um software monolito: Microsserviços vs. Sistemas Autocontidos

Texto de Olga Annenko, disponível em: http://www.elastic.io/breaking-down-monolith-microservices-and-self-contained-systems/

As publicações e discussões recentes de TI estão cheias de termos como “transformação digital”, “TI bimodal”, “desenvolvimento contínuo” e “agilidade”. Não há necessidade de discutir que arquiteturas monolíticas e aplicações monolíticas devem se tornar coisas do passado, cedo ou tarde – de preferência, cedo, é claro. E de fato os departamentos de TI são encorajadas a se afastar dos monolitos por causa de inúmeras razões perceptíveis e compreensíveis: manutenção complicada, muitas dependências, dificuldades de teste e implantação (o monolito só pode ser implantado como um todo.) Os monolitos são como o Triângulo das Bermudas para qualquer iniciativa ágil de TI.

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Esculpindo o monolito JavaEE em microsserviços: prefira verticais, não camadas

O texto original é de Christian Posta, e está disponível em: http://blog.christianposta.com/microservices/carving-the-java-ee-monolith-into-microservices-perfer-verticals-not-layers/

O monolito que explorarei nesses artigos será do tutorial Ticket Monster, que tem sido um exemplo canônico há muito tempo sobre como construir uma aplicação impressionante com JavaEE e as tecnologias RedHat. Usaremos o Ticket Monster porque é uma aplicação bem escrita situada entre o “não-trivial” e o “complexo demais para um exemplo”. É perfeito para propósitos ilustrativos e podemos apontar algumas coisas dele concretamente e discutir prós e contras de algumas abordagens com código de verdade.

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Criando uma imagem com Java para o Docker

O Docker cria um ambiente no qual você pode rodar seu código de forma relativamente isolada do seu sistema operacional. O seu programa vai rodar em um contêiner.

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